Seminário Educação para Todos: uma agenda positiva
08/12/2009 por assp
Paullo Vieira fala em Libras na mesa A língua que ocupa o espaço
A língua que ocupa o espaço
Um dos pontos mais polêmicos é a inclusão dos surdos nas escolas comuns. A mesa, mediada pelo surdo Paullo Vieira, presidente da Associação dos Surdos de São Paulo, abordou a importante questão das diferenças linguísticas. Muito se fala sobre as vantagens da educação bilíngue, com referência ao aprendizado de uma língua estrangeira. Mas não são todos que sabem que esta modalidade é também aplicada para às duas línguas oficiais no Brasil: a Língua Portuguesa e Língua Brasileira e Sinais - a LIBRAS -, quando se trata da educação das pessoas surdas.
É o direito a este aprendizado que os surdos defendem e a polêmica é ocasionada porque afirmam que esta modalidade de ensino seja feita nas escolas especializadas para surdos e não na rede regular.
Participaram a Doutora Maria Cecília de Moura, pesquisadora em Linguagem e Surdez e docente do curso de Fonoaudiologia da FACHS e PUC-SP, a pedagoga, Mestre em Educação, Maria Inês da Silva Vieira, coordenadora do Programa de Acessibilidade /LIBRAS da DERDIC/PUC-SP, a professora Claudia Pires Santana Freitas, da Diretoria Regional de Ensino de Guaianases da SME e a coordenadora pedagógica da AHIMSA, especialista em surdocegueira e múltipla deficiência sensorial, Dalvanise de Farias Duarte. A experiência pessoal foi dada pela jornalista Cristina Bicudo.
O evento foi fechado com chave de ouro com a palestra da diretora de Orientação Técnica (DOT) em Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, Silvana Drago, que é pedagoga com especialização em Distúrbios da Áudio-Comunicação, Administração e Supervisão Escolar, que falou sobre os desafios da Rede Municipal.
Mara Gabrilli e Silvana Drago lado a lado na mesa de encerramento.









