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Crianças do Colégio Rio Branco faz a despedida em libras

21/06/2011 por assp
Quintal da Cultura - 00m30

Fonte: http://www.cbm.inf.br/mClippingsDetail.asp?cod=65455

Das reuniões em praças à inauguração da sede: Conheça a Associação dos Surdos

21/06/2011 por assp

19/06/2011 - 12:00

EPTV.comCarolina Visotcky

A história da Associação dos Surdos de Ribeirão Preto começou em 1972, quando um grupo de deficientes auditivos se reunia em praças da cidade, na tentativa de se comunicar e trocar experiências.

No local, os deficientes se deparavam com o preconceito das pessoas, que passavam e riam, além de adversidades como frio e chuva.

A situação do grupo mudou quando o pai de uma garota surda, Nadim Hanna se comoveu e começou a promover as reuniões no extinto Salão Líbano, que ficava na rua Visconde do Rio Branco.

Após algum tempo, a diretoria do salão mudou e não quis mais que as reuniões fossem realizadas no local, fazendo os deficientes voltarem para a praça e iniciarem uma campanha para buscar recursos junto à prefeitura, além de ações individuais para conseguir renda para a sede, que foi inaugurada em 1978.

Visite a galeria de fotos da Associação dos Surdos

Atendimento

Atualmente a Associação dos Surdos promove cursos de artesanato, bordado, tricô, crochê e linguagem de libras, entre outros.

Também são realizadas palestras, estudos bíblicos, festas, teatro e campeonatos esportivos.

Além de todas essas atividades, a associação ainda oferece voluntários que trabalham como interpretes para acompanhar os surdos em médicos, bancos e fórum, entre outros.

Educação e trabalho para os surdos

Segundo os associados da instituição, entre as maiores dificuldades dos deficientes auditivos estão a falta de informação sobre assuntos como sexualidade, falta de apoio psicolológico, poucos interpretes e difícil acesso a educação em alguns locais.

Em Ribeirão Preto, o processo de inclusão para alunos com deficiência física, visual, auditiva, intelectual e com transtorno global de desenvolvimento existe desde 1997 e atualmente 500 alunos do tipo são atendidos na rede municipal em escolas como Alfeu Gasparini, João Gilberto Sampaio, Neuza Michelutti e Dom Luís do Amaral Mousinho.

No caso dos surdos, todo o atendimento é feito por professores habilitados em deficiências pelo MEC e inclui o aprendizado da linguagem de libras, além de todo o conteúdo escolar ser passado da mesma maneira.

Além disso, existem salas equipadas com computadores adaptados e softwares específicos.

Outra reclamação recorrente dos deficientes auditivos é a falta de estabilidade em seus empregos, pois segundo eles, as vagas existem, porém sem um processo de comunicação adequado, os surdos acabam não se mantendo nas empresas por muito tempo.
Na contramão das dificuldades, existem exemplos como o de Daniela Farineli Melo, de 29 anos, que mesmo com a deficiência auditiva, conseguiu se formar em psicopedagogia, estudando na cidade de Jaboticabal.

Como Ajudar

A Associação dos Surdos conta atualmente com uma verba repassada pela prefeitura, que é utilizada na limpeza do local, pagamento de um funcionário e para o acerto de contas como água, luz e telefone.

As colaborações para a instituição podem ser feitas por voluntários que queiram trabalhar como interpretes ou doações.

Outra necessidade é a pintura da sede, que atualmente está em más condições.

Fonte: EPTV GLOBO

Educação de São Paulo capacita 330 professores em curso de libras

25/05/2011 por assp
Docentes vão atuar como interlocutores na salas com alunos com deficiência.
Participantes serão divididos em três grupos.

A Escola de Formação de Professores, em São Paulo, começa nesta quarta-feira (11) a orientação técnica para os cerca de 330 docentes que atuam como interlocutores de libras (língua brasileira de sinais) nas classes do ensino regular da rede em todo o estado.

Sob responsabilidade do Cape (Centro de Apoio Pedagógico Especializado), órgão da Secretaria de Estado da Educação responsável pelo suporte à Educação Especial, a capacitação terá como foco a vivência e metodologia de interpretação para sala de aula, com o objetivo de desenvolver melhores práticas na mediação entre os professores e alunos com deficiência auditiva. Os participantes serão divididos em grupos, que farão o curso em três períodos diferentes no mês de maio (entre os dias 11 e 13, 18 e 20 e 25 e 27).

O interlocutor tem como atribuição viabilizar a comunicação entre o professor-titular e os estudantes que possuem algum tipo de deficiência auditiva. Sua função é interpretar por meio da libras as atividades didático-pedagógicas e culturais desenvolvidas em sala de aula, permitindo o acesso aos conteúdos curriculares.

“O professor-interlocutor não é um simples tradutor, pois ele precisa ter uma metodologia própria para que o aluno possa aprender”, explica Maria Elizabete Costa, diretora do Cape. A orientação abordará, por meio de libras, conteúdos do Caderno do Aluno, o material didático utilizado na rede estadual.

Capacitação
No período de 2000 a 2010 foram capacitados 105.276 profissionais pelo Cape. Os professores especializados atuam nos Sapes (Serviços de Apoio Pedagógico Especializado), que devem atender a 14.101 alunos em 2011.

Fonte: G1 Globo

MOVIMENTO SURDO EM FAVOR DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA SURDA

25/05/2011 por assp
19/5/2011 - 16:01 - ( Rondônia )

MOVIMENTO SURDO EM FAVOR DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA SURDA

Uma gigantesca mobilização convocada pela Comunidade Surda, apoiada pela FENEIS - Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos (nacional e regionais)  e pelos integrantes do Instituto Nacional de Educação de Surdos -INES , está marcada para essa sexta-feira, dia 20 de maio de 2011 em Brasília, numa tentativa de chamar atenção das autoridades governamentais e toda a sociedade  na defesa da educação bilingue para surdos e do respeito à Cultura Surda e à Língua Brasileira de Sinais (Libras).

As representantes da Associação dos Surdos de Porto Velho-ASPVH, da Associação de Intérpretes de Rondônia-APPIS/RO, e do Ponto de Cultura ACME:
Indira Stedile Moura, Ana Carolina Lovo e Ariana Boaventura estão em Brasília representando a comunidade Surda rondoniana, e chamam todos os surdos,
parentes, amigos, intérpretes e professores de surdos em Rondônia para uma mobilização conjunta, no sentido de organizar manifestações em cada cidade do interior do Estado.

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Acessibilidade: caminhos da inclusão pela arte

25/05/2011 por assp

Durante muito tempo o bailarino Elielson Almeida da Silva teve que lidar com o preconceito. “Além de cadeirante, eu tinha que ouvir dos meus amigos que balé era coisa de gay”, relembra.

Era início dos anos 2000, e ele entrava no mundo da dança por meio de oficinas voltadas à formação de dançarinos com necessidades especiais, realizadas no Instituto de Artes do Pará (IAP). Dos 30 alunos que fizeram parte da turma inicial, 14 foram selecionados para integrar a companhia de dança Roda Pará.

Depois de mais de uma dezena de espetáculos, Elielson afirma sem medo que o balé mudou sua vida. Viajou pelas principais capitais brasileiras, ganhou prêmios e teve seu talento reconhecido.

“Não seguimos o estereótipo do bailarino lindo, mas podemos fazer um espetáculo maravilhoso. O balé melhorou minha auto-estima. Sou um cidadão de fato, reconhecido pelo meu trabalho”, diz.

Criada pelas coreógrafas Sônia Massoud e Marilene Melo, a Roda Pará é um importante exemplo de como a arte pode funcionar como instrumento de inclusão social. A companhia, que atualmente tem Marilene Melo na direção e os bailarinos Assis Nascimento, Dione Lima e Ticiane Duarte, permanece até hoje como único grupo de dança formado por cadeirantes no Pará.

“A sociedade precisa ver essas pessoas como artistas, e não como deficientes físicos ou coitadinhos. Mas percebemos que conquistar esse olhar não é fácil. Ainda estamos no gueto, mas precisamos ir além”, avalia Marilene Melo.

“A arte funciona como uma espécie de vitrine positiva de pessoas com necessidades especiais. E isso proporciona não só um modelo de sucesso para as pessoas com deficiência, mas ajuda a mudar a concepção da sociedade”, diz Mônica Carvalho, especialista em educação inclusiva e portadora de necessidades visuais.

Segundo ela, este caminho ainda é tortuoso. Iniciativas como o Roda Pará são raras porque portadores de necessidades especiais são negligenciados em sua formação.

“Na área cultural a oferta de serviços ainda é muito escassa. O acesso a esses setores é fragmentado e precário. Por exemplo: o acesso ao teatro e ao cinema fica limitado sem o recurso da audiodescrição. Eu que sou cega não tenho plena noção do que está acontecendo apenas com o áudio de um filme”, conta.

A audiodescrição é uma espécie de narração em off que descreve ao cego toda a parte visual da obra, como cenário, personagens e ações. Outras garantias básicas asseguradas por lei também continuam a ser ignoradas, como placas explicativas em Braille (alfabeto tátil para auxiliar a leitura). “Se em coisas básicas e necessárias da vida cotidiana, como botões de elevadores, cardápios ou bula de remédios, não existe descrição em Braille, imagine em museus e outros locais públicos. Somos consumidores, eleitores e pagamos impostos, mas continuam nos excluindo”.

Elielson Almeida da Silva compartilha da mesma experiência. “Nem todos os teatros em que me apresento possuem acessibilidade para cadeirantes. O IAP é o espaço onde me sinto mais à vontade, pois possui rampas de acesso. Já os outros são acessíveis, mas com ressalvas. No Teatro do Sesi, por exemplo, é impossível entrar de cadeira de rodas sem auxílio”, conta.

A acessibilidade em espaços públicos é tímida e avança aos poucos. Recentemente foi assinado um convênio entre a Caixa Econômica Federal e a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) para a instalação de um elevador de acesso a cadeirantes no Museu de Arte Sacra e no Arquivo Público do Estado do Pará.

“Mas ainda falta incentivo para artistas com necessidades especiais. Não existem editais específicos. Não é possível fazer tudo por amor à arte”, desabafa Elielson.

EDUCAÇÃO

“É na educação que se percebe o avanço desse processo de inclusão. As maiores barreiras não são físicas, mas estão na mentalidade das pessoas”, afirma Cléber Couto, 40, pedagogo e ator da companhia de Teatro Mãos Livres. Cleber é surdo e se comunica com a ajuda de uma tradutora.

Segundo ele, a inclusão do deficiente físico por meio da arte ajuda não só no ambiente social, mas também no desenvolvimento físico e psicológico do portador de necessidades especiais.

“Para o deficiente, a arte é também um processo pedagógico. Dentro do teatro a gente faz mímica, trabalha com a expressão. É importante para trabalhar com os mais jovens questões como Aids e métodos contraceptivos, por exemplo. Eles entendem melhor o contexto das coisas”, relata.

O professor Sinésio Filho, representante da Associação dos Surdos de Belém, enfatiza que, para os surdos, o desafio é ainda maior, pois eles possuem uma linguagem própria, a Língua Brasileira de Sinais (Libras). “A inclusão do surdo é específica, pois falamos outra língua. Isso pesa no dia-a-dia. É como se fôssemos estrangeiros no nosso próprio país”.

Em prol da educação bilíngüe

Os surdos estão se mobilizando em defesa da educação bilíngüe. A situação se tornou mais urgente após o anúncio de fechamento do Instituto Nacional de Educação para Surdos (Ines), no Rio de Janeiro. Fundado há 154 anos, o instituto é o principal centro de referência para a cultura surda no país, prestando assessoria e elaborando técnicas e materiais pedagógicos específicos.
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DF: deficientes auditivos cobram escolas especiais em protesto

25/05/2011 por assp

portadores de deficiência auditiva fizeram um protesto na Esplanada dos Ministérios, em Brasília
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Manifestantes realizaram um protesto nesta quinta-feira em frente ao Ministério da Educação, em Brasília (DF), para cobrar a implantação de escolas especiais para atender as pessoas com deficiência auditiva no ensino público do País. Após uma audiência com o ministro da Educação, Fernando Haddad, os organizadores da mobilização participaram de uma audiência pública no Senado.

Os manifestantes defendem a implantação de escolas bilíngues específicas para os deficientes auditivos, nas quais a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a principal língua utilizada. Participaram do protesto representantes da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), do Instituto Nacional de Educação dos Surdos (Ines) e do Centro de Integração de Arte e Cultura de Surdos (Ciacs).

Em nota, o MEC informou que o ministro Fernando Haddad reiterou que não pretende encerrar as atividades de nenhuma instituição ou escola destinada a estudantes com deficiência. No entanto, ele afirmou na reunião que "o Brasil é signatário da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas (ONU, 2006) e deve ofertar o direito a um sistema educacional inclusivo em todos os níveis".

O ministério disse ainda que o Decreto nº. 6571/2008 estabelece o financiamento à dupla matrícula desses estudantes, na educação regular e na especial. Com isso, "os municípios e Estados recebem recursos em dobro para ampliar e qualificar o atendimento aos alunos com deficiência".

De acordo com o MEC, de 2002 a 2010, a inclusão em turmas regulares passou de 110.704 (25%) matrículas para 484.332 (69%) e o número de escolas inclusivas cresceu de 17.164 (8%) para 85.090 (44%), nesse período.

Fonte: Terra

Artigo: ‘A batalha da língua na guerra das culturas’

25/05/2011 por assp
Maria Alice Setubal* e Maurício Ernica** - Especial para o Estadão.edu

"O fato de um livro aprovado pelo Ministério da Educação (MEC) afirmar que é legítimo, sim, usar modos de falar populares reavivou antigas polêmicas. Como de hábito, várias vozes se levantam, a maioria contrária à posição do livro, e com muita frequência se manifestam com tom carregado de paixões.

Antes de tudo, antecipamos nosso ponto de vista: a escola deve assegurar aos alunos a aprendizagem da variante culta da língua portuguesa, que é a variante usada nos principais debates sobre as questões da vida pública, na produção científica e em grande parte de nossa produção cultural. No que diz respeito a esse objetivo, não se devem fazer concessões de espécie alguma.

Isso posto, cabe-nos dizer que o debate embola uma série de questões diferentes e seria produtivo se pudéssemos ter clareza sobre elas e discuti-las com alguma serenidade.

Primeiro: somos, ainda hoje, culturalmente reféns de uma gramática normativa e de um ideal de correção linguística muito distanciados da norma culta falada e escrita efetivamente praticada. Para ficarmos com uma ilustração simples: de acordo com a gramática normativa e os manuais de redação, deveríamos usar sempre o verbo gostar com a preposição de. Uma pesquisa realizada pelo linguista Carlos Alberto Faraco, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), mostra, porém, que jornais de grande circulação e peças de publicidade rompem com essa regra, escrevendo, por exemplo, do jeito que você gosta e não do jeito de que você gosta. Esse é um exemplo simples, mas usual. Todos temos a lembrança de aulas de gramática que nos mostravam que falamos uma língua errada. Na verdade, somos reféns de uma gramática normativa anacrônica e de uma idealização do que seria o modo correto de falar e de escrever, que não reconhece a validade e a adequação sequer da nossa variante culta escrita, tal como praticada de fato. Leia mais »

CE tem apenas duas escolas com ensino bilíngue

25/05/2011 por assp
Estar presente em sala de aula, mas sem entender a explicação do professor é a realidade da maioria das crianças e adolescentes surdas que estuda em escolas regulares do Ceará. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), no Estado são 250 mil surdos, mas existem apenas duas escolas que oferecem o ensino bilíngue (libras e português). No Instituto Cearense de Educação de Surdos (ICES), 500 alunos estão matriculados e no Instituto Filippo Smaldone, 200.

Para tentar mudar essa realidade, haverá na próxima segunda-feira, 16, uma caminhada até a Assembleia Legislativa do Estado, em prol do cumprimento do decreto 5626/2005, que garante o direito dos surdos de estudarem em escolas ou em salas de aulas bilíngues, com professores surdos. O mesmo movimento acontecerá dia 20 deste mês, em Brasília, reunidos entidades de todo o Brasil.

"Tive muita dificuldade na minha vida estudantil. Eu tinha que ler o lábio do professor para entender o que ele falava. Muitas vezes, pedia para ele repetir, mas ele não tinha paciência e mandava um colega do lado me explicar", desabafa a estudante de contabilidade Vanessa Vidal. Segundo ela, não basta apenas incluir o surdo na sala regular, é fundamental ter professores surdos que dominem libra.

Vanessa, que atualmente faz parte do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com deficiência do Estado do Ceará (Cedef), explica que libras é a primeira língua dos surdos, portanto eles não podem passar quatro horas em uma sala de aula estudando uma língua que não é a deles. "Os surdos precisam se comunicar com o mundo deles, além de ser uma questão linguística, faz parte da construção de uma identidade", ressalta.

Surdos realizam protesto contra política do MEC

25/05/2011 por assp

19 de maio de 2011 | 19h 51

RAFAEL MORAES MOURA - Agência Estado

Um grupo de 200 pessoas se reuniu hoje na frente do Ministério da Educação (MEC) para protestar contra a política de uma "escola inclusiva" para surdos, que prevê que os alunos sejam matriculados em escolas regulares e depois recebam atendimento especializado. Para a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), o modelo é ineficaz. A entidade defende que os alunos surdos tenham classes bilíngues, em que sejam ensinadas tanto a língua brasileira de sinais quanto a língua portuguesa.

 "Ao contrário do que disse a Martinha Clarete (diretora de Política de Educação Especial do MEC), existe, sim, uma cultura surda. Precisamos de um corpo docente qualificado", disse a professora Irene Stock. Faixas contra a diretora foram erguidas por parte dos manifestantes, que também criticaram o fechamento do ensino básico no Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES), no Rio de Janeiro.

 Representantes do grupo se encontraram com o ministro Fernando Haddad e lhe entregaram um documento com uma lista de propostas, como a implantação de escolas bilíngues e a instituição de uma comissão no Ministério para discutir a educação para os surdos. "O MEC nos garantiu que está aberto para negociação", disse a diretora de políticas educacionais da Feneis, Patrícia Rezende.

Fonte : Agência Estado

Brasília debate se surdos devem estudar em escola regular ou especial

25/05/2011 por assp
O Ministério da Educação acha que eles devem estudar nas regulares.
Especialistas, educadores e os próprios estudantes preferem as especiais.

Nesta quinta-feira (19) tem um debate importante em Brasília - que vai definir o rumo da educação para os alunos surdos. Eles devem estudar em escolas regulares ou especiais?

O Ministério da Educação acha que eles devem estudar nas regulares, mas com algumas exceções. Especialistas, educadores e os próprios estudantes preferem as especiais.

Você deve se lembrar do quadro do ‘Fantástico’, o Jogo Falado, que revelava o que técnicos e jogadores de futebol não queriam que ninguém soubesse. João Gabriel era um dos estudantes surdos que fazia a leitura labial das conversas. Hoje, ele joga no time dos que defendem o direito dos surdos a uma educação básica só para eles.

O Brasil tem duas línguas oficiais, a dos ouvintes e a dos surdos, que é a chamada língua dos sinais. A comunidade dos surdos acredita que a formação básica dessas pessoas merece também um modelo especial de educação.

João Gabriel e outros alunos que falam em silêncio estudam em uma escola bilíngue, o Instituto Nacional de Educação de Surdos, no Rio. Uma tradutora explica o que o estudante está falando. Leia mais »

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